terça-feira, 11 de maio de 2010


Pensar o que diante da sutil impotência cotidiana?

Responder com que gestos palavras que nunca são ditas?

Viver como, se a vida já lhe parece pouco?

Fazer o que quando, mesmo tendo tudo, tudo não basta?

3 observações:

Débora Almeida disse...

O amor basta. Creio que precisamos mais dele do que de respostas, a verdade é que só isso nos satisfaz plenamente.

Um beijo, flor.

Andrea de Godoy Neto disse...

Penso que tudo o que podemos é simplesmente "ser". Sejamos inteiramente nossa verdade, intensidade, profundeza...
Sobre o resto, os outros, temos pouca ou nenhuma autoridade...então, resta-nos viver e ser feliz com o que nos vai por dentro

Belos versos, Ana!
Beijo pra ti

Jeferson Cardoso disse...

Belas reflexões, Ana Cristina, e vamos viver a vida da melhor forma possível.
Desde as margens do Rio do Carmo saio a convidar meus amigos do mundo, para que vejam a poesia que falo, o conto que conto e a crônica que narro. Você não conhece o Rio do Carmo? Não lhe culpo de nada. É tão pequenino o meu lugar. Mas ainda assim eu falo, pois é mundo, e quando se é mundo nunca falta o que falar.

Abraço do Jefhcardoso e lhe espero no http://jefhcardoso.blogspot.com.

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